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sábado, 12 de setembro de 2009

Mesmo com chuva

O desperdício para lavar calçadas continua em Sinop-MT.

terça-feira, 24 de março de 2009

Líder em desperdício

O Brasil é recorde em desperdício de água por habitante no mundo. Brasília não fica atrás dessa triste realidade. Foi detectado que no Lago Sul, bairro nobre da cidade, o consumo diário médio de água por pessoa é de 250 a 400 litros. Esses valores é mais que o dobro do volume considerado ideal pela Organização das Nações Unidas (ONU), fixado em 110 litros/dia.

Paulo Costa, engenheiro especialista em racionalização do uso da água, da consultora paulista H2C, que já desenvolveu mais mil projetos em empresas, hospitais e condomínios comerciais e residenciais, diz que só cinco países no mundo apresentam nível de consumo de água per capita previsto pela ONU: Alemanha, Bélgica, República Tcheca, Hungria e Portugal.

O especialista explicou que os resultados alcançados por esses países são fruto da conjugação de tecnologia com informação, educação ambiental e reeducação da população adulta. “Os brasileiros deveriam adotar essa postura diante do consumo da água, com o objetivo de baixar o alto nível de desperdício de água”, disse.
Costa defende a introdução da disciplina de educação ambiental nos currículos das escolas de ensino fundamental, com o intuito de transformar as crianças em adultos conscientes e transformadores. “Isso possibilita uma vantagem em termos de atitude em relação ao consumo”, analisou.

O engenheiro dá dicas para reduzir o desperdício, como banhos mais curtos, uma vez que o chuveiro responde por 46% do consumo de água dentro de uma casa, fazer a limpeza de utensílios de cozinha com pouca água e muito sabão e bucha, lembrando que as torneiras e misturadores respondem por 14% do consumo domiciliar, e nunca esquecer de escovar os dentes com a torneira fechada. “São cuidados básicos em relação ao consumo”, argumentou.

Dados da ONU mostram que mais de 4 bilhões de pessoas vão terão problemas com escassez de água, em 2050. “O que tínhamos de água disponível em 1950 é o mesmo que temos hoje, mas temos alguns bilhões a mais de seres humanos. Então, se não pensarmos em controlar a demanda, estamos completamente errados, porque o trabalho que as concessionárias de água e a população vêm fazendo é de apressar o término dos estoques. A água é a mesma, precisamos é controlar a forma como usá-la”, afirmou.

Fonte: Jornal Tribuna do Brasil
Foto: Magnos Oliveira/Sinop-MT

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Semana de desperdício

Mesmo com muita chuva durante a semana, as pessoas continuaram lavando as calçadas em Sinop-MT.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Chuva e desperdício

Mesmo com a chuva, funcionário da prefeitura municipal está no terceiro dia de limpeza das calçadas da praça para o carnaval 2009.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Desperdício do dia

Sinop-MT, em 15 minutos lavando a calçada são perdidos 279 litros de água.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Prefeitura molha asfalto

O péssimo exemplo é da prefeitura de Sinop-MT, o caminhão estava desperdiçando água para lavar a Av. dos Tarumãs, hoje no período da tarde.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Desperdício deve continuar

O desperdício de água é um dos grandes problemas de Sinop-MT, em 2008 uma das cenas mais vistas pelos bairros e até mesmo na região central da cidade (foto), foram de pessoas lavando calçadas.
Ontem, no primeiro dia do ano, alguns já iniciaram desperdiçando. E olha que tem aqueles que não se contentam em apenas molhar a calçada, elas tem a capacidade de pegar detergente, e esfregar a calçada na frente de casa ou do estabelecimento comercial. E é sempre assim: enquanto esfregam, a mangueira continua ligada e a aguá: potável, sendo jogada fora.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Desperdício no centro

É bastante comum ver pessoas lavando calçadas na frente de estabelecimentos comerciais em Sinop-MT. Hoje, estava fazendo uma matéria no centro da cidade. Quando cheguei a funcionária da empresa ao lado, estava lavando a calçada, depois de voltar para o carro e guardar o equipamento, fui conferir no relógio. Já tinham passados 45 minutos que a mulher estava ali. Lavando, ou molhando a calçada e desperdiçando um bem precioso, a água potável.
É bom lembrar: 279 litros de água, é o que calcula que sejam perdidos em 15 minutos lavando a calçada com a mangueira, a Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Desperdício na delegacia

A delegacia de polícia que antes estava em um prédio na avenida das Embaúbas, já está mudando para a avenida das Acácias. Além da movimentação, que marca o toque de retirada do local, chama atenção, a parte dos fundos do prédio. Um morador comentou sobre um cano no qual estava vazando água.
Uma semana depois pude conferir a situação, além do desperdício injustificável de água, no local também existe lixo jogado na calçada pela qual os pedestres não podem passar, por estar tomada pelo mato.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Desperdício água

Mesmo com a chuva, as pessoas insistem com o hábito terrível de lavar calçadas e desperdiçar água em Sinop-MT, a foto é de hoje pela manhã, no Jardim Paraíso.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Riqueza jogada fora

País desperdiça 40% da água retirada de recursos naturais, uma séria ameaça para o abastecimento no futuro.

Nem as secas no Nordeste, nem a utilização desenfreada dos lençóis freáticos. As águas que se perdem nos encanamentos, evaporam nas irrigações e não são tratadas depois de poluídas formam o conjunto que representa a maior ameaça ao abastecimento dos brasileiros. Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), 40% da água retirada no País é desperdiçada.

Os próprios números comprovam o tamanho do problema. De acordo com a ANA, são retirados dos rios e do subsolo no Brasil 840 mil litros de água a cada segundo. Ao dividir esse número pela população de 188,7 milhões de brasileiros, chega-se à conclusão de que cada habitante consumiria, em média, 384 litros por dia.
Quando se leva em conta o consumo efetivo, no entanto, o valor é bem menor. Segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2006, divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o gasto médio diário do brasileiro cai para 185litros. Parte da diferença (199 litros) foi utilizada na agricultura, na pecuária, na indústria, mas a maior parte, em torno de 150 litros, foi desperdiçada.

O coordenador-geral de Assessorias da ANA, Antônio Félix Domingues, afirma que as perdas de água se concentram na produção de alimentos. "Somente na irrigação, o desperdício chega a 50%", ressalta. Felix explica que o problema é provocado porque a maior parte dos produtores rurais utiliza a pulverização aérea, no qual boa parte da água é carregada pelo vento ou evapora, em vez de recorrer ao sistema de gotejamento, que despeja gotas diretamente nas plantas.

Outra fonte de desperdício, segundo Félix, está nas cidades. Segundo ele, redes malconservadas são responsáveis por perdas de 40% na distribuição de água. "De cada cem litros que as companhias captam, somente 60, em média, chegam à casa das pessoas", reclama. De acordo com o coordenador da ANA, o ideal seriam perdas em torno de 20%, padrão aceito internacionalmente.

Em alguns casos, salienta Félix, o problema é ainda mais grave. "Existem cidades em que o desperdício chega a 80% porque as companhias desrespeitam as normas técnicas", diz, evitando dar nomes.

Alerta
Esses números, segundo a ANA, levam a um alerta: o Brasil, dono de 12% da maior reserva de água doce do mundo, proporção que pode chegar a 18% se levadas em conta as águas trazidas pelos rios dos países vizinhos, não enfrenta problemas de escassez de países áridos nem tem consumo elevado se comparado a nações desenvolvidas, mas deve aprender a usar os recursos hídricos de forma racional. "Existem cidades em que o desperdício chega a 80% porque as companhias desrespeitam as normas técnicas"
Félix Domingues, coordenador da ANA.

Perigo do consumo invisível
O Coordenador do Programa Água para a Vida da organização não-governamental WWF/Brasil, o geógrafo Samuel Barreto alerta para o perigo que é o consumo invisível de água. "A água é um importante insumo para praticamente toda a produção econômica, principalmente para a agricultura", ressalta.

Os próprios dados da ANA confirmam que a agricultura é responsável pela maior parte do consumo de água. Dos 840 mil litros retirados dos mananciais brasileiros por segundo, 69% vão para a irrigação, contra 11% para o consumo urbano, 11% para o consumo animal, 7% utilizados pelas indústrias e 2% pela população rural.
Segundo o relatório do Pnud, são necessários 3,5 mil litros de água, em média, para produzir alimentos que forneçam um mínimo de 3 mil calorias. Isso equivale a 70 vezes a necessidade de uma família de quatro pessoas. Alguns alimentos exigem mais água que outros, como o açuçar, cuja tonelada de açúcar consome oito vezes mais água do que a produção de a mesma quantidade de trigo.

Félix afirma que a agência leva em conta o "consumo virtual" da água na hora de definir as políticas para os recursos hídricos. "Desde a queda que faz girar a turbina de uma usina hidrelétrica até a utilização de um rio para a navegação, todos os tipos de uso são importantes", observa o coordenador.
08/05/2007
Fonte: Jornal de Brasilia - DF
Foto: Desperdício de água em Sinop-MT.

domingo, 16 de novembro de 2008

Situação corriqueira

O desperdício do final de semana no Jardim Paraíso, em Sinop-MT.

domingo, 26 de outubro de 2008

Imagem do desperdício

No centro da cidade de Sinop-MT, no sábado, pela manhã.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Mesmo com chuva

As pessoas continuam lavando as calçadas. Hoje pela manhã, no Bairro Jardim Paraíso, em Sinop-MT, a moradora desperdiçava água de maneira tardada. E olha que não foi só neste bairro que pude perceber a prática absurda deste hábito condenável de ficar gastando água potável para lavar calçadas. Uma situação que está longe de mudar e pior não existe nenhuma campanha, atitude por parte do poder público para conscientizar as pessoas sobre a ignorância que é, pegar uma mangueira e ficar na frente da casa jogando litros e mais litros de água fora.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Desperdício do dia

Rua das Avencas, Sinop-MT.
Rua das Azaléias, Sinop-MT.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Gastando água

Enquanto se espera um dia de chuva (fazem 6 meses que não chove), hoje pela manhã, na Av. da Itaúbas em Sinop-MT, esta moradora lava a calçada e desperdiça água potável. Nestas horas é que eu penso que o valor da conta de água deveria ter um aumento. Quem sabe, custando caro, como a energia, não haveria menor desperdício por parte da população.

Se bem que próximo da casa desta mesma moradora; e pior, próximo da casa de um candidato a vereador da cidade, existe uma lâmpada que fica acesa durante todo dia há meses e pelo que parece ninguém está muito preocupado em apagar a luz, da qual também paga a conta.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Desperdício do dia em Sinop-MT

Esta é do Jardim Paraíso, eita bairro no qual as moradoras gostam de lavar calçadas.
Não que seja um privilégio da localidade, na cidade inteira o desperdício acontece. As pessoas ficam ali lavando com mangueira e não trocam por uma vassoura para limpar a calçada.
Para se ter uma idéia, ontem fiquei observando uma das minhas vizinhas, ela demorou uns 10 minutos lavando a calçada, somando o tempo para lavar a parte interna do pátio, com certeza atingiu a soma de 279 litros de água potável gastos de maneira irracional.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Molhando o asfalto

Seis meses sem chuva em Sinop-MT, e mesmo assim tem pessoas que vão além do uso da água para molhar calçadas, esta da foto estava molhando o asfalto na Av. das Itaúbas, hoje pela manhã, na maior naturalidade.
Acham que água é apenas um produto qualquer, que se compra como se vende.
Segundo pesquisas, em 2025 teremos o colapso mundial de água.
Como o Brasil é um dos lugares no planeta com mais água as pessoas não estão preocupadas com o problema da falta de água potável, principalmente na nossa região, na qual ainda não falta água mesmo com seis meses sem chuva.