
A aprovação do aumento, por meio de decreto legislativo, em primeira e única votação, alterou o regimento da Casa de Leis, que na prática "aceita os novos parlamentares" a partir da eleição no próximo ano. No entanto, ainda há necessidade de readequação à lei orgânica, que rege o município. Para esta, a proposta de emenda para o incremento foi aprovada em primeira votação. Ainda precisará ser aprovada mais uma vez, pela maioria absoluta dos parlamentares, ou seja, 8 votos à favor. Deve voltar a plenário em 10 dias.
A sessão sofreu uma pausa de cinco minutos, devido ao presidente da câmara acatar um pedido de suspensão, que foi feito pelo vereador Gilson de Oliveira, após o vereador Sérgio Palmasola solicitar pedido de vistas do processo. Palmasola se justificou afirmando que o projeto precisa ser melhor debatido com a sociedade, para ver o que a mesma pensa sobre o assunto. Ele desejava que o projeto fosse melhor debatido e votado em um outro momento. Conforme Só Notícias já informou, Palmasola era contra o aumento de vereadores.
A sessão extraordinária recomeçou e o pedido de vistas feito por Palmasola foi negado. Ele, o vice-presidente da câmara, Ademir Bortoli, e Fernando Assunção eram favoráveis ao pedido de vistas. Os demais vereadores, com exceção do presidente Remídio Kuntz que não pode votar neste caso, e Gilson de Oliveira que se absteve, foram contrários. Com isso, o pedido de vistas foi negado e a sessão continuou normalmente.
O primeiro levantamento aponta que, com 17 vereadores, os gastos da câmara devem aumentar R$ 480 mil/ano. Os repasses mensais do duodécimo são, atualmente, de R$ 490 mil e saltariam para R$ 530 mil mensais.
Manifesto
Durante a votação do aumento do números de parlamentares, o grupo de populares fez manifesto contrário à aprovação. Com dizeres, em cartazes, como: “17 por quê?” e “Mais, professores, mais médicos, mais hospitais”. Ainda, “Respeito de nossos impostos”.
Fonte: Só Notícias/Alex Fama e Weverton Correa
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