
A letra S, da sigla GLS, foi inventada por André Fischer há mais de uma década. Na época, por ocasião da organização do 1º Festival Mix Brasil de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual. Era uma forma de englobar todos aqueles que poderiam se interessar pelos filmes, sem necessariamente ser homossexual.
O grande problema da letrinha é que quando se denomina simpatizante, acaba-se instituindo o preconceito. Afinal de contas se existem os simpatizantes que contribuem como uma força para os direitos gays, também acabamos admitindo que existem os antipatizantes.
Eventos como o da escolha da miss gay 2008, segundo Juliana - em entrevista para Edevaldo Nascimento e Magnos Oliveira, da TV Centro América - "contribuem para quebrar o preconceito".
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